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Dica de série: Younger


Um dia, uma mulher de 43 anos chamada Liza (Sutton Foster, de Bunheads) descobre podres do marido e resolve se separar. Depois da decisão, para pra pensar - com todo arrependimento do mundo - que, muitos anos atrás, abriu mão da carreira no mercado editorial por causa do casamento e que agora, sozinha, precisa retomar o controle da vida e voltar ao mercado. Vai morar na casa de uma amiga, Maggie, no Brooklyn e arregaça as mangas.

Aí é que tá. Meia dúzia de entrevistas com pessoas de 25 anos que já torciam o nariz quando descobriam a idade dela. Pra completar, tanto tempo fora do mercado fez com que ela não se renovasse. Liza não sabia nem o que é Twitter, muito menos o papel dele e outras redes sociais nesse mercado.

Levou mil nãos e foi chorar as mágoas num bar. Aí me entra um boy maravilhoso chamado Josh no recinto e pensa que ela tem vinte e poucos anos. Liza conta pra Maggie, que dá a ideia: já que você engana, finge que tem 26 anos nas entrevistas também, boba.


Aí é que começa a trama. Liza consegue um emprego e vive todos os dias como se tivesse 26 anos. As portas se abrem pra ela e parece um combo perfeito: as vantagens dos 26 com a experiência dos 43, mas a mentira, obviamente, traz muitos perrengues.

O criador da série (baseada no livro de Pamela Redmond Satran) é Darren Star, o mesmo de Sex And The City e, embora eu não goste nem um pouco de Carrie e amigas (tentei bastante, gente, não me julguem), adorei a forma como Younger se apresenta e evolui. No primeiro episódio, é legal mas não para de ficar melhor, mais bem amarrada, carismática e bem dirigida. A série também tem Hillary Duff no elenco que, junto com Molly Bernard, faz uma dupla ótima.

Também adoro a chefe de Liza, Diana. Aliás, é muito legal ver o dia a dia na editora. Claro que é romanceado, porque é ficção, mas adoro quando séries e filmes me dão a chance de entrar um pouco no universo de mercados que eu não conheço.


Assim que Younger saiu, gostei da proposta e acompanhei todos os episódios da primeira temporada. Como a série tava no começo, resolvi esperar um pouco antes de indicar aqui porque já virou rotina séries que acompanho serem canceladas ainda no começo. Mas, além de renovada, soube que Younger tá passando no E! Brasil, então fica mais fácil acompanhar. :)

Vocês já viram? Adoro quando alguém começa a acompanhar uma série porque eu indiquei. Não sei explicar o porquê, mas é a melhor sensação. :D

 www.youtube.com/ricotanaoderrete
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Dica de série: Togetherness


Meu tipo favorito de ficção é o que mostra pessoas vivendo suas vidas. Os conflitos, os sentimentos, os diálogos. Gosto mesmo quando tem cara de gente normal fazendo coisas normais. Pode parecer fácil olhando assim, mas criar coisas realmente boas partindo dessa premissa é muito complicado.

Quantas vezes você já viu um filme que quer parecer cotidiano mas tem diálogos super forçados? Ou que, de tanto querer mostrar a vida normal, acaba criando apenas um grande nada-acontece? Por isso, vibro quando acho algo que pareça real sem ser tedioso.

Nesse fim de semana, vi os três primeiros episódios da nova série de comédia da HBO, Togetherness. Somente quatro foram ao ar até agora mas já dá pra saber que a série é incrível. A HBO é conhecida pelas super produções e por só colocar no ar séries com um apuro estético absurdo. Togetherness não foge disso e, fora a beleza, tem um enredo bom e personagens carismáticos, com cenas e diálogos incríveis.

Togetherness - Michelle e Brett
Togetherness - Alex
Togetherness - Tina

Em resumo, a série é sobre um casal, Brett (Mark Duplass, também um dos criadores da série) e Michelle (Melanie Lyskey), que vive com seus dois filhos pequenos e, num mesmo dia, acolhe em casa Tina (Amanda Peet, de The Good Wife e Bent), irmã de Michelle, e Alex (Steve Zissis), amigo de Brett. O que a gente vêr, a partir daí, são as relações de proximidade que existem e se criam no dia a dia deles. A gente também se sente perto, conhecendo a personalidade de cada um, as vontades, os medos, as frustrações e os sentimentos.

Togetherness é uma dramédia, então, por mais que isso soe clichê, você vai rir e se emocionar com os personagens. Vão por mim e assistam, fazia tempo que eu não começava uma série pra ficar tão de queixo caído com a qualidade. Fica aqui o trailer (infelizmente sem legendas) pra dar um gostinho.


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{dica de série} Signed, Sealed, Delivered


Comecei uma série nova em dezembro. Nova pra mim e nova literalmente. Signed, Sealed, Delivered estreou ano passado, no Hallmark, com uma temporada de 10 episódios, inspirada no filme Correio de Amor (quero ver!), feito pra TV pela mesma emissora.

Comecei a ver porque não tinha como resistir a um enredo tão diferente. O seriado é sobre um setor de correspondências extraviadas nos correios que parece ter ficado no passado. Tudo lá tem cara de perdido no tempo, com tons de sépia e madeira antiga. 



Os quatro funcionários desse setor: Oliver (que fazia Ugly Betty), Shane, Rita e Norman escolhem todo dia uma correspondência que, por algum motivo, não chegou ao destinatário e fazem de tudo pra entregar. O que nunca é fácil, já que os pacotes chegam sem nome, com envelopes danificados, destruídos pelo tempo. Então, pra descobrir quem enviou cada carta e quem deve recebê-la, eles precisam sempre investigar, e é isso que move a série.

Cada episódio é uma caso e, ao entregar uma correspondência perdida, eles acabam entrando na vida das pessoas. Reaproximam casais, revelam verdades perdidas e até ajudam a desvendar crimes. E, nesse meio tempo, fazem você chorar toda água que bebeu na semana.

Os casos são muito comoventes e é difícil não se envolver. Se você assistir (assista) vai ver que tem muita coisa piegas, feita pra arrancar uma lagriminha mesmo. Água com açúcar total. Mas, por outro lado, o clima de série é tão feel good. Os personagens são carismáticos com um humor inocente e as tramas, simples. É aquela série que você vê depois de um dia cheio pra aliviar a mente.


Espero ver a segunda temporada esse ano, porque sou daquelas pessoas que começam a ver uma série e ela é cancelada na semana seguinte. Mas nesse caso, com tanto sucesso, acho que não há risco. ;)

Se vocês virem, me contem se gostaram. Alguém já acompanha?

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5 motivos pra comemorar a volta de Modern Family

Na verdade verdadeira, Modern Family voltar já é motivo de sobra pra ficar feliz. A série já vai na 6ª temporada e continua engraçadíssima, cativante, instigante. Cada episódio tem os 20 minutos mais curtos que existem.

Eu amo demais tudo em Modern Family, sempre espero ansiosa pelas novas temporadas e acho que não conheço ninguém que viu e não gostou. Se você ainda não tá dando pulos de alegria com a volta desses lindos, te dou 5 razões.

*Se você não viu as temporadas anteriores, pode encontrar spoilers aqui. *


Cam e Mitchel casados
Aí você vai me dizer: "mas, Dani, eles já moravam juntos há anos, só casaram no papel. Nada mudou". Minha gente, não se esqueçam que Cam é o homem mais exagerado e sentimental  do mundo. Então imaginem depois de viver um casamento super comovente (que vou o fim da ) e uma lua de mel.


O novo cabelo de Claire
Depois de 5 anos com aquele mesmo rabo de cavalo baixinho, Claire deu ao cabelo um corte, uma textura, uma vida e tá mais bonita ainda.


O desleixo de Gloria
Sim, a mulher mais impecável da Colômbia, dos EUA e do universo aparece assim na 6ª temporada. Cabelo assanhado, roupas sambadas e outros detalhes que não vou contar pra não estragar a surpresa. A diferença é tão gritante que até eu fiquei com vontade de me arrumar quando vi. Vai que Todo mundo tem seu tantinho de Sofia Vergara escondido.


Haley blogueira
Quem viu a última temporada sabe que os looks de Haley bombam na internê e ela começa até a ganhar dinheiro. Agora, vem a nova fase: Haley vira youtuber. E, em se tratando dela, claro que alguma coisa vai acontecer.


Fulgencio Joe cresceu
Adoro como cada criança em Modern Family - inclusive as que já viraram adolescentes ao longo da série - tem uma personalidade bem própria. Amo a elegância deslocada de Manny, a leseira de Luke, o cinismo de Lilly e etc, então mal posso esperar pra ver qual vai ser a identidade de Joe Fulgencio. Por enquanto, ele ainda é bem criança, então acho que a gente vai ver umas engatinhadas e a primeiras sílabas, no máximo.

Mais episódios, por favooor! *.*
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{pra ver} Hart of Dixie


Sou muito viciada em séries e, por causa disso, já reparei numa coisa. Tem seriados que eu assisto porque acho incríveis, geniais, instigantes, perfeitos, e tem outros, que vejo e gosto porque me cativaram. Nesses, eu vejo um monte de defeitos, me abuso com umas coisas da trama, mas continuo assistindo porque eles têm algum carisma ou geram identificação.

Se vocês me pedirem pra encaixar meu novo vício numa dessas categorias, Hart of Dixie fica na segunda, sem dúvida. Até quem não assiste já deve ter visto algo sobre a série, porque a protagonista é Rachel Bilson (sim, a Summer de The O.C.) e, quando estreou se falava muito nisso.

Bluebell

George e Zoe

Wade 


Hart Of Dixie já tem 3 temporadas e, em resumo, conta a história de Zoe Hart, uma médica novaiorquina recém formada e muito competente que sonha em ser cirurgiã. Quando ela não consegue a vaga pra bolsa de especialização que queria, pergunta ao médico responsável e ele diz que ela é competente como poucos, mas fria demais e precisa aprender a lidar com os pacientes como pessoas, a se importar com eles. Daí, ele sugere que ela atue como clínica geral por um ano pra ser uma pessoa/médica melhor nesse aspecto. E, por uma reviravolta que não vou contar, ela vai cumprir essa missão numa cidadezinha no sul do Alabama chamada Bluebell. É lá que a história toda se desenrola.

Pelo resuminho que eu fiz, vocês vêem que é bem clichê, né? A jovem ambiciosa da cidade grande que não tem coração e vai pro interior aprender a se importar. Pois é, Hart of Dixie é um clichê, mas um clichê delicioso de assistir. Primeiro que Bluebell é uma cidade pequena de filme, toda em tons suaves, cheia de luzinhas onde tudo mundo se conhece e tá sempre pronto a ajudar no que precisar. Toda semana tem uma data comemorativa que para a cidade e todo mundo se encontra no mesmo bar, o Rammer Jammer (amo isso em séries!). É gostoso ver isso, sabe? Traz bem-estar.

Fora isso, duvido você começar a assistir e não se envolver com o dilema de Zoe: Wade ou George? Não vou entrar em detalhes porque não quero dar spoiler, mas, olha, sou team Wade desde criancinha, ele é incrível. Acho George um chato (não gostava dele nem quando era um psicopata em The Good Wife) e Zoe, mais chata ainda quando tá perto dele.


E, por falar em personagens, amo Lemon, a antagonista de Zoe. Ela sempre surpreende porque, no começo, você acha que ela vai ser uma vilanzinha estilo Mean Girls, sabe? Mas aí ela sempre surpreende e, quando você nota, já tá totalmente cativada por ela.

Se ainda faltam motivos pra você dar uma chance a Hart Of Dixie, te digo mais um: o figurino de Zoe Hart é incrível. O que eu mais gosto é que o estilo dela é bem marcado: tons sóbrios (com muito preto e branco), muitos shorts e camisas e vestidos curtos e algumas jaquetas. Calçados quase sempre abotinados e poucos acessórios e maquiagem. Com isso, o guarda-roupa dela é enxuto e, mesmo assim, cheio de possibilidades. É muito vida real e enche a gente de boas ideias.


E aí, convenci alguém? :D
Quem aqui já acompanha Hart Of Dixie?
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