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3 pôsteres grátis pra amar os gatos =^^=


Quando eu era criança, era um suplício ir pra casa da minha tia, que tinha uns três filhotes de gatos muito brincalhões. Da hora que eu chegava à de ir embora, ficava numa cadeira com as pernas pra cima com medo que aquelas criaturas ~tão perigosas~ se agarrassem ao meus pés e fizessem algo ~muito grave~. O tempo passou e, um dia, apareceu uma ninhada na vizinhança. Apesar dos gatos não serem meus, viviam indo lá em casa. Coloquei o nome de um deles, o preto, de Rex. Não sem protestos de que isso não é nome de gato.

Não sei como se deu a mudança, mas eu passei de apavorada a apaixonada por gatos assim que conheci essa ninhada. Queria dar leite, brincar, cuidar: passar o dia com eles. Anos depois, a gata de uma vizinha deu cria e foi aí que ganhei Julieta, minha primeira gata. Só depois disso, de conviver com ela, é que percebi como minha casa era vazia antes.


Já se vão 15 anos desde então e, hoje, com 10 gatos, já aprendi muito. Aprendi que existem mil maneiras de expressar um sentimento sem falar; que carinho é uma das coisas mais deliciosas que existem; que a gente pode conviver com qualquer diferença e que é possível ser leal e independente ao mesmo tempo.

Infelizmente, convivendo com os gatos, aprendi que existem muitos humanos capazes de maltratar um gato. Talvez porque nunca se permitiram aprender com eles ou por sei lá que motivos. O fato é que só a informação e a empatia podem combater essas maldades. Hoje, sexta-feira 13, é um dia em que muitos gatos - principalmente pretos - sofrem pelo preconceito e pela maldade.


Por isso, em parceria com Whiskas, fiz esses pôsterezinhos protagonizados por gatos pretos. Quanto mais gente tiver esse amor estampado na sua parede, mais a gente vai conseguir combater esses mito que causa tanto mal. É só clicar nas imagens, salvar e imprimir.

Azar é nunca ter amado um gatinho. =^^=


Os pôsteres foram criados a partir de elementos e ilustrações disponibilizadas no site Freepik. ;)
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5 lições que os gatos podem ensinar às crianças


Quando a gente nasce, é como uma página em branco e cada vivência contribui pra preencher essas linhas, formando nossa personalidade. Isso é uma das coisas mais incríveis sobre a infância, essa capacidade sem limites de aprender.

E a gente tá cansado de saber que as crianças aprendem mesmo é com o exemplo, mesmo que seja um exemplo de quatro patas, bigode e que mia ao invés de falar. Conviver com um gato transmite muito amor a uma criança, todo mundo sabe. Mas quero dizer a vocês que tem muito mais coisa que os pequenos podem aprender com os gatinhos. Vejam só:

A criar responsabilidade

Quando convive com um bichinho, a criança, naturalmente, passa a se preocupar com o bem estar dele. Ela quer saber se o gato já comeu, se quer dormir, se tá feliz. Com o passar do tempo - e com o estímulo dos pais - a criança passa a tomar pra si alguns desses compromissos, como colocar a ração, arrumar a caminha, fazer carinho quando o gato fica doente. De um jeito nada forçado, aprende a se responsabilizar um tantinho pelo bem estar do outro.


A se divertir mais

Quantas crianças tímidas você conhece que mudaram totalmente depois de conviver com um bicho de estimação? Se bobear, tem várias delas lendo esse post agora. Não tem como se manter sério ou acanhado por muito tempo vivendo com um gato. Os costumes engraçados fazem rir e a capacidade sem fim de se divertir com as coisas mais simples contagia.

A sentir empatia

Ao conviver com um gatinho, a criança vai sentir na pele que o bicho é parecido demais com a gente: sente fome, frio, medo, carinho, aconchego. Vai crescer muito mais capaz de se colocar no lugar do outro, de olhar com mais compreensão ao invés de afastamento.

A demonstrar sentimentos

Depois que você faz o primeiro cafuné num gatinho, vê aqueles olhinhos fechando e ouve o ronronar, é um caminho sem volta. Os sentimentos já transbordam, você já faz declarações de amor, já chora de saudade e não segura nenhuma demonstração de carinho. Se isso acontece até com adultos, imagina com as crianças, que têm um coração leve, pronto pra aprender a viver e expressar tudo o que há de bom e puro.


A ver o lado bom da vida

Às vezes, coisas chatas acontecem até com as crianças. Algumas desapontam mas são importantes pro crescimento. Outras são só um saco mesmo. Quando esses percalços surgem, vem choro, desapontamento e mau humor. Mas aí chega um gatinho andando, se lambendo, pedindo cafuné, brincando com o que encontrar pela frente, e a criança, vendo isso tudo, não vai se lembrar das coisas ruins por muito tempo. Gatos trazem a positividade na hora. ;)

E digo uma coisa a vocês com toda a honestidade: aos 29 anos, ainda aprendo muito com eles. Minha mãe aprende, meu pai também. Minha avó, aos 80 anos, tá aprendendo a lidar com a vida na companhia - e ajuda - de um gato. Felizmente, pra algumas coisas, a gente nunca deixa de ser criança.

Esse é mais um post em parceria com a Whiskas
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6 fatos que vão fazer você querer ser um gato

Aqueles testes de revista adolescente (ou do Facebook) perguntam: "se fosse pra ser um animal, qual você seria?". Vejam vocês que eu seria um gato e acho que ninguém aqui está surpreso em saber disso, porque eu sou uma partidária desses belíssimos felinos há tempos. Mas aposto com vocês que, se eu disser uma meia dúzia de fatos aqui, todos vão estar convertidos no fim do post, desejando nascer gatos numa próxima vida. Sendo assim, vamos à lista.

1. Gatos gostam de ser gatos
Uma vez que você vem ao mundo com esse pelo macio, patinhas fofas e bigode charmoso, é impossível não estar satisfeito com a sua natureza. Não é de se espantar que gatos gostem tanto de estar na própria pele e não queiram, nem por um minuto, se tornar humanos. Eles estão tão de boa em ser gatos que vêem os donos como gatos também. Gatos grandes, amáveis e que botam comida e água pra eles todo dia.

Quem não gostaria de ser tão fofo?

2. Gatos são elegantes
Pare um minuto e observe um gato andar. Olhe também como ele senta e, lentamente, lambe sua pata dianteira. Existe toda uma classe em cada gesto desses felinos domésticos, é algo que nasce com eles. Quando seu gato deita no meio do lixo que você está varrendo, por exemplo, repare que ele se comporta como se fosse o imperador desse lixo.


Imperador da pilha de revistas velhas

3. Gatos são tranquilos
Nos dias em que você chega em casa estressado com algum problema e olha o seu gato deitado tranquilamente no cantinho do sofá, seu humor muda na hora. Não existe estresse que passe incólume a um carinho no seu gato enquanto ele ronrona mostrando que também te ama. A calma dos gatos acalma as pessoas. E quem não queria ter esse dom?

4. Gatos são sensíveis
Os felinos têm um olfato incrível (não se esqueça de que eles são caçadores naturais), além de uma visão muito eficiente no escuro e uma audição aguçada. Você já deve ter se surpreendido com o reflexo rápido de um gato na hora em que uma simples bolinha de papel cai do outro lado da sala. Pois é, essa super percepção vem dos sentidos desenvolvidos que a natureza deu aos nossos amiguinhos, alguns até mais eficientes que os nossos.

5. Gatos são independentes
Os gatos não ficam perto de um humano ou de outros gatos porque precisam, mas porque querem. Eles se viram bem sozinhos por uma herança dos antepassados, felinos selvagens. Por isso não são subordinados ou carentes demais, mesmo assim, são carinhosos e dóceis. Ou seja, que humano não gostaria de ser esse combo perfeito entre independência e afeto?

Amo você também, Humana.

6. Gatos transmitem amor com o olhar
A visão dos gatos é focada em movimento, o que explica como eles conseguem ficar atentos a uma presa, mesmo que seja uma mosca voando pra todos os lados. Mesmo assim, de vez em quando, você pega o gato te olhando fixamento nos olhos, mesmo que vocês estejam paradinhos. Nesse caso, ele quer transmitir afeição e, quem sabe, ganhar um cafuné. Comigo, sempre funciona. Não resisto. :)

Bom, se não é possível virar um gato, pelo menos é possível conviver com um desses seres tão fascinantes. Eu já convivo há mais de 14 anos. Se você tem algum amigo que não sabe quão legal é estar perto de um gato, compartilha com ele. Quem sabe a gente não muda isso?


Esse post faz parte de uma parceria com Whiskas
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Quem disse que gatos não se dão bem com outros gatos?


Aposto que vocês já ouviram por aí que gatos são animais individualistas e não convivem bem com outros animais, nem mesmo com outros gatos. Cada vez que eu ouço isso, olho pro meu quintal e dou um sorrisinho; 10 gatos sendo companheiros uns dos outros todo dia, toda hora. :)

Esse mito sobre gatos não serem sociáveis entre eles é tão difundido que precisava mesmo fazer parte da nossa corrente pela desmitificação dessas ideias erradas sobre os gatinhos. Luísa, a Louca dos Gatos, me passou a bola e adorei a ideia.

Convivendo com muitos gatos por tanto tempo, vejo como eles são unidos. Às vezes, dormem 5 deles juntos na mesma cadeira. Tomam banho de sol em fila, um coladinho no outro, comem todos nos mesmos pratos de ração sem brigas.

Reparando bem, dá pra entender a função de cada um no grupo. Um deles, o mais velho, é meio que um hub que une a todos. Amorelo nunca tá sozinho e se comporta como um protetor pros mais novos. Mesmos os gatos que gostam de ficar mais quietinhos, na deles, interagem bastante com ele, nem que seja só pra dar um cochilo juntos. As personalidades dos gatos se complementam, como num grupo de amigos mesmo: o mais tranquilo ajuda a acalmar os mais agitados; os mais brincalhões divertem os outros e por aí vai.


Aqui em casa, a maioria dos gatos se conhece desde sempre ou até tem algum grau de parentesco, mas muita gente teme o momento de introduzir um gato novo entre os que já são de casa. Sobre isso, me lembro de quando trouxe Jorginho. Como encontrei ele muito doente, precisava ficar isolado de qualquer forma, então deixei Jorge na área de serviço, lá atrás, enquanto os outros gatos ficam na parte da frente da casa.

Ele não conhecia os outros cômodos e isso ajudou a deixá-lo mais tempo por lá. Dia após dia, enquanto já se recuperava, Jorginho começava a explorar outras partes da casa aos poucos: o quarto dos fundos, a cozinha, até que, naturalmente já tava interagindo com alguns gatos que entravam em casa e davam de cara com o novo morador. Como ele é um conquistador, num instante virou amigo de todos. Parecia que tinha nascido aqui.

Sem querer, acabei fazendo a coisa certa na hora de introduzir um novo gato no convívio dos outros: isolei em um cômodo por uns dias se habituando ao ambiente e, depois, deixei que fossem se conhecendo aos poucos, sempre com estímulos positivos associados: fazia um carinho em um e, depois, no outro (pra conhecerem os cheiros um do outro); servia a comida enquanto estavam juntos e não apressei as coisas. O resto a natureza faz. A gente dá uma forcinha conduzindo as coisas mas pode acreditar que eles têm tudo pra se tornar grandes companheiros.

Gostaram desse post? Na página de Whiskas, essa conversa continua com muitas dicas, curiosidades e informação de muito sobre os gatos. Desde os posts até os comentários, tem muita coisa pra ver. :)



Essa é uma corrente de Whiskas contra o preconceitos que os gatos sofrem. Se você tem algum amigo que ainda acredita nesses mitos sobre os gatinhos, compartilha com ele. Quem sabe a gente não muda essa opinião?


Esse post faz parte de uma parceria com Whiskas




 www.youtube.com/ricotanaoderrete

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5 bobagens que você já ouviu sobre gatos


A primeira vez que tive um gato - uma gatinha na verdade, a Julieta - foi aos 14 anos de idade. Em todo esse tempo, eu vi caírem um por um todos os mitos que as pessoas tinham repetido exaustivamente. O que eu posso dizer é que tudo o que encontrei foi amor.

Se você tem gato, vai concordar com o que eu digo e, se você nunca adotou um, pode relaxar porque os mitos estão todos desmentidos aqui. 

1. Gatos são individualistas

Poxa. Será?


Não, pera. Deixa eu confirmar.

Uma foto publicada por Dani Vasconcelos (@ricotanaoderrete) em

Gente, em todo esse tempo, se tem algo que percebi é que gatos amam estar perto de outros gatos. Eles lambem uns aos outros, brincam, dormem juntos e, aqui em casa, dividem até o prato de comida. Num grupo grande, você vai notar que alguns se juntam mais com outros, e tem aqueles que são populares entre todos, mais ou menos como os humanos.

2. Gatos não são carinhosos



Com 10 gatos em casa, eu aprendi que cada animal tem sua personalidade, assim como cada pessoa. Alguns gatos são mais quietinhos e preferem ficar na deles, mas a maioria ama um dengo. Quase todo gato ama um cafuné, e alguns gostam tanto que aprendem até a fazer. :)

3 . Gatos dão muito trabalho


Brinquedo favorito do gato: uma bolinha de papel amassado. Cama favorita do gato: qualquer caixa de papelão pequena demais pra ele. Como que um bicho assim dá trabalho, minha gente? Além disso, os gatos são muito tranquilos, independentes e aprendem a fazer suas necessidades na caixa de areia ainda muito pequenos.

4. Gatos não são divertidos



Essa é a maior balela que existe no universo das balelas. Ao longo do meu dia, eu tenho incontáveis pequenos momentos de diversão que os gatos me proporcionam. Vem um e se joga nos meus pés pra ganhar carinho, saio no quintal e vejo outro fazendo um monte de caixotes de Playground, coloco um espelho no chão e vejo outro tentando fazer contato com o gato que aparece no reflexo. Enfim, muita gente pode achar que, por serem quietinhos, os gatos não trazem diversão.

5. Gatos não se apegam ao dono



Você chega perto e ele começa a ronronar. Aí, chega mais perto e ele começa a amassar pãozinho (em você, no ar, no chão). Só nessa linha, seu gato já deu duas demonstrações do tanto que gosta de estar ao seu lado. Aliás, gatos adoram estar perto dos donos, dormir perto deles, deitar onde encontram o cheiro deles. Por isso, às vezes, você forra uma roupa sua e encontra seu gato lá minutos depois. Tudo isso são demonstrações do quanto ele se sente bem e feliz na sua presença.


Adotar um bicho muda você, pode acreditar. Espero que esse post ajude a desmitificar essas ideias totalmente equivocadas sobre gatos. Pra quem já abriu seu coração pra eles há tanto tempo como eu, os bichanos já têm um lugar cativo, mas acho que todo mundo que respeita os animais e/ou convive com outros bichos tem meio caminho andado pra se apaixonar pelos gatinhos.

Podem esperar que, volta e meia, vai aparecer algum post com muitas fofuras felinas e dicas várias por aqui. Mais ronron,  por favor, não vejo a hora. ;)

Post em parceria com a Whiskas Brasil. :)
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Um mini jardim de caixotes

Minha vida é aperrear meu pai por caixotes. É que quase todo dia, ele vai pra feira, então se existe alguém apto a encontrar caixotes de feira nessa casa, acredito que seja ele. Da última vez, eu planejava fazer um balcão, mas sabe como são as coisas. O tempo foi mostrando que eu não ia precisar dele e que os caixotes - que, por sinal, já tavam customizados - vêm ganhando outras funções em casa.

A primeira dupla a ser remanejada virou um jardim. Meu pai chegou dia desses cheio de flores compradas numa feira no centro da cidade. Sem ter onde colocar os jarrinhos, sugeri que ele usasse uma das duplas de caixotes. Pros gatos não derrubarem, ele pregou na parede. Taí o resultado.





Pra fazer uma estantezinha assim, eu passei um verniz sem cor, só pra proteger a madeira mesmo. Depois, colei um caixote no outro com cola de contato. Quando secou, pintei esse triângulo amarelo com esmalte sintético. As outras duas duplas têm triângulos iguais em outras posições. Depois, mostro a vocês o que vou fazer com elas. :)

Aproveitei pra tirar as fotos na hora do lanche dos gatos. Muita gente me pergunta sobre como é ter 10 gatos em casa, então acho que esse momento, em que minha mãe coloca a ração no prato, mostra um tiquinho.
Quem precisa de foco, afinal?


Tá vendo que, olhando assim, nem são tantos? No geral, é muito tranquilo. São todos castrados -  o que é muitíssimo importante - e tem quintal à vontade pra eles passarem o dia. Gatos são muito tranquilos e independentes, então eles passam o dia dormindo, se lambendo, lambendo uns aos outros, dormindo, comendo e fazendo nossa vida mais feliz, basicamente. :)
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Preguizzzzzz

Minha gente, meu carnaval foi um mofo. Pela primeira vez, eu me inspirei a me fantasiar, comprei acessórios e até tecido carnavalesco, mas só vim me animar a sair na segunda. Passei duas horas em Olinda e voltei doente pra casa. Aí coloquei os pés pra cima e assumi a preguiça de verdade. Fiquei sem fazer nada até ontem.

Mas sabe que eu achei isso bom? Normalmente, eu fico ansiosa, sem querer ficar parada, aí me vejo numa agonia pra fazer alguma coisa útil e produtiva e acabo só descontando minha tensão no scroll do mouse. Muito melhor assumir o nada-fazer e descansar o feriado de verdade. Depois de uns dias assim (de descanso ou diversão), você volta com a cabeça boa, com novas ideias e tudo fica mais claro.


O rapaz mais amistoso do meu quintal fazendo a coisa mais linda que gatos fazem: dormir e esquecer a língua fora da boca.

Bom, o post foi só pra retomar as atividades do Ricota depois do feriado. E as fotos foram só pra derreter o coração de vocês mesmo. =P


E o Carnaval de vocês, foi de descanso, folia ou odeio-carnaval-quero-fugir-pro-mais-longe-possível?

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