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Dica de série - Crazy ex girlfriend


Vocês vejam como são as coisas. Nasci e me criei dizendo que não suportava musicais, que me irritava quando a história parava pros personagens cantarem e dançarem ou quando eles conversavam cantando. Enquanto escrevo isso, ainda me irrita imaginar, mas o lance é que as coisas mudaram um pouco na prática e o curioso, é que mudou tudo bem rápido.

Há um mês, mais ou menos, uma amiga indicou Crazy Ex Girlfriend. Já tinha visto a série nas aquisições recentes da Netflix mas não tinha dado tanta atenção. Depois da indicação dela, dei uma chance e, mano, vocês têm que ver essa série.

É uma comédia muito bem escrita, cheia de sutilezas e exageros no ponto certo e o mais impressionante é que me fez parar de detestar qualquer musical, por um simples fato: os musicais são hilários. Um ou outro são meio nota seis, mas a maioria é incrível. A boyband de Josh, o cacto no deserto, a música sexy para se arrumar, o country e "bothsexual" do Darryl; vou parar de enumerar porque sei que tô esquecendo algum maravilhoso. A abertura da série é de aquecer o coração, de tão deliciosa.




Agora, passada a enxurrada de elogios, vamos à história. Rebecca é uma jovem e promissora advogada em Nova York, estudou em Harvard e Yale (chora, Rory Gilmore) e está prestes a ser promovida a um cargo de associada que vai render meio milhão de dólares por ano. O problema é que ela não é feliz, toma dúzias de remédios, fez todas as escolhas da vida porque a mãe traçou: toda aquela vibe clássica da ficção. 

Aí, num momento de pânico, Rebecca encontra um boy na rua com que, dez anos antes, ela viveu um romancinho adolescente num acampamento de Verão. Pra ele, foi só um romancinho. Pra ela, foi materialização do amor na Terra. Ao reencontrar esse cidadão chamado Josh, tudo isso renasceu dentro de Rebecca e a criatura decidiu largar tudo e ir viver na cidade dele, West Covina, Califórnia (minha mente falou esse nome cantando e você vai saber o porquê se assistir).

West Covina é uma cidade pequena, longe da praia, sem nenhum atrativo em especial além do fator Josh, e a série mostra exatamente a adaptação de Rebecca e os desafios na insana ideia de conquistar esse cidadão. Os personagens que ela encontra na cidade nova são maravilhosos. Darryl e Paula são meus favoritos (além da Valencia da segunda temporada).





Diz que a série, exibida pela CW, teve baixa audiência na primeira temporada, mas chamou atenção da crítica, ganhou prêmio e, por isso, foi renovada. Não sei como vai ser o futuro de Crazy Ex Girfriend na TV, mas acho que, no Netflix, já tá bombando.

Não esperem que Rebecca demonstre equilíbrio ao lidar com romance. Aliás, ninguém na série lida com relacionamentos de uma maneira muito saudável, mas o curioso disso é que a gente se reconhece e reconhece muita gente nessas caricaturas mostradas na história. Todo mundo tem suas carências e acaba fazendo besteira por causa delas. Crazy Ex Girlfriend mostra todas elas num cenário ensolarado, em tramas divertidas e gostosas demais de ver. Depois, me contem se gostaram. 😉



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{dica de série} Friends With Better Lives


Não sei se vocês sabem mas toda vez que eu gosto de uma série, tem grandes chances dela ser cancelada logo depois. Já comecei a ver seriados maravilhosos (Inclusive, ainda vou falar aqui do mais maravilhoso: Freaks and Geeks) que só duraram uma temporada no fim das contas. Alguns, nem isso. Aí achei engraçado uns meses atrás quando a Netflix comprou um pacote de séries de humor que começaram e foram canceladas do nada, sem terminar sequer a primeira temporada.

Entre elas, tem Friends With Better Lives, que é claramente uma das tentativas da tv americana em fazer um novo Friends, uma série que tape o buraco que a primeira deixou no coração dos fãs. Em Friends With Better Lives também tem 6 amigos, só que numa fase mais adiantada da vida: um casal com filhos, um divorciado, uma solteira convicta e outro casal, esse começando a vida junto. O divorciado, aliás, é o Dawson (James Van Der Beek, Dawson's Creek).


Apesar de não gostar de sitcoms, porque não costumam ter graça e as risadas de fundo me afligem, achei que esse é bem digno. Me diverti enquanto via e me apeguei aos personagens. Achei bem escrito, dentro dos esquemas do formato, e com boas atuações também. É um besteirol, mas um besteirolzinho gostoso de ver que só.

Considerando que a série é de 2014, a Netflix bem podia comprar os direitos e produzir novos episódios, né não?
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