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Mostrando postagens com marcador Revistas. Mostrar todas as postagens
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O escritório colorido de Mindy Kaling


Tem uma revista americana linda de decoração chamada Domino, cujo site é um dos meus favoritos: sempre muito inspirador e com conteúdos novos todo dia. Já a revista, é sazonal e, na capa dessa estação vem o novo escritório de Mindy Kaling (atriz, roteirista em The Office - amor eterno -, em The Mindy Project e escritora já no segundo livro), que tá longe de ter uma decoração trivial.

O designer que assina o projeto também é da TV: Nathan Turner (do Million Dollar Decorators, no Bravo). Basicamente, o objetivo era ser funcional mas trazer mais da personalidade de Mindy pro espaço. Sem contar que precisava ser um lugar que inspirasse criatividade. Mindy fez questão de um papel de parede chamativo no cômodo inteiro e, na real, é isso que dá o tom do ambiente. 




Pra contrastar com os tons navy do papel de parede, veio o sofá amarelo maravilhoso e muitos acessórios coloridos, a maioria em tons de vermelho e amarelo. Adorei esse pôster gigante de flores e amei muito a gravura de Dwight procurado. Teria isso na entrada da minha casa. 

Vocês gostariam de trabalhar num escritório assim? 


 www.youtube.com/ricotanaoderrete
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A melhor capa de revista que a gente podia esperar

A gente vive um tempo - ainda bem - onde se debate muito sobre padrões de beleza e a imagem que a gente tem de si mesma. Principalmente em relação às mulheres, nunca foi tão discutida a forma como a "mulher ideal" é apresentada e como ela é diferente da mulher real.

Um dos principais alvos de discussão, junto com as propagandas, são as revistas femininas. Essas publicações sempre têm uma mulher linda na capa, com essa beleza reforçado pela roupa ideal, pela maquiagem impecável, pela luz perfeita e por um time de profissionais, inclusive o editor de imagens, que vai ajustar cada detalhe da foto, até que - e a modelo - esteja digna de ser admirada por qualquer uma de nós.

Mas é justamente essa a questão: a beleza tá longe de ser a única característica de uma mulher que vai ser admiradas por todas as outras. E a Revista Women's Weekly Austrália mostra isso em grande estilo esse mês.


Turia Pitt tem 26 anos, era corredora e tinha cara e corpo de modelo. Um dia, em 2011, foi atingida por um incêndio no meio de uma competição. Saiu com mais de 60% do corpo queimado. Passou por mais de 100 cirurgias corretoras.

Hoje, ela continua correndo, escreve e dá palestras, além de estar à frente de uma ONG que ajuda pessoas ao redor do mundo a também ter acesso a cirurgias reconstrutoras, assim como as que Turia fez. Acima de tudo, hoje, ela é um exemplo vivo de como auto-estima, positividade, competência, coragem e vontade de fazer o melhor que puder em tudo são algumas das qualidades muito mais admiráveis nas mulheres do que uma pele impecável. Inclusive, beleza vai muito além disso. E esse é um recado pra cada uma de nós. ;)
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Quanto custa comprar tudo que aparece nas revistas


Às vezes, a gente abre uma revista e, ao fechar, percebe que criou desejo por um monte de coisa. Tem vezes, também, em que a gente nota que tudo ali parece caro demais. E tem aqueles momentos em que a sensação é: "folheei, folheei e só vi propaganda".

Claro que isso não é exclusividade de revistas. A gente pode ter essas sensações todas vendo qualquer tipo de veículo, programas de TV, jornal, sites, blogs e até redes sociais. Mas o post é especificamente sobre revistas porque acabou de ser divulgada uma pesquisa feita a a partir de revistas americanas que mostra quantas páginas  - em média - cada uma tem de propaganda, o preço médio de cada produto publicado, o número de produtos por página e quanto você gastaria se fosse comprar todos os produtos que as revistas anunciam.


Valores em dólares

Bom, todo mundo sabe que a maioria dos veículos de comunicação - pequenos ou grandes - funcionam com verba vinda da publicidade (inclusive esse blog onde você lê esse post agora), e não há problema nenhum nisso desde que o leitor/espectador seja tratado com ética e respeito, certo? Mas ver essa pesquisa é útil pra que a gente se ligue nas nossas demandas como consumidoras mesmo. Afinal, imagina só que fria se eu decido desejar as coisas que vejo na Vogue (U$850 o preço médio de cada produto) ou se eu compro a InStyle (lembrando que essa pesquisa considera a versão dos EUA) esperando muito conteúdo e vejo que gastei mais pra pagar a impressão dos anúncios que das reportagens. 

Valores em dólares


Isso também é legal pra ver quais publicações têm mais a ver com a nossa realidade. Eu meio que já faço isso instintivamente, compro revistas que se comunicam melhor com os meus hábitos de compra (com excessões, claro), porque isso acaba interferindo também na forma como as reportagens são pensadas, mesmo aquelas que não têm a ver com consumo. Mesmo assim, acho que seria legal alguém fazer uma pesquisa parecida com as revistas brasileiras, pra que a gente soubesse exatamente o que tá comprando quando pega um exemplar na banca.

E vocês, meninas, que revistas compram hoje em dia e como escolhem cada uma? Vamo conversar, que esse assunto é interessante.

Foto daqui.
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Um delineado e quatro batons

Faz um tempinho que olho pras capas de revista e não me impressiono, sabe? Se, por um lado, as grandes revistas têm orçamento e profissionais dignos de fazer coisas inimagináveis, por outro, a obrigação de vender bem (ainda mais em tempos de crise do mercado editorial) e o medo de surpreender negativamente o público devem tolher todo mundo. 

Bom, essa capa da W de abril também não tem nada de surpreendente, mas achei Amanda Seyfried linda nela, principalmente pela maquiagem.


No ensaio do miolo, ela aparece com uns trajes e poses de cowgirl sensual. Já a maquiagem é a mesma, só o batom que muda. Olha só que cores maravilhosas.


Cereja é minha cor favorita de batom mas as outras tão absurdas também. O delineado tem um brilho diferente, como se fosse feito com aquelas sombras com acabamento de gloss. Gostei, pra variar o pretinho fosco de sempre. :)

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Balanço na penteadeira

contei aqui que todo mês compro a Decorar Mais por Menos. Mentira. Contei quando conheci a revista, mas fica a informação que compro todo mês. E na de julho, minha gente, veio um negócio absurdo.

Quase não acreditei quando vi esse balanço fazendo as vezes de cadeira do aparador que faz as vezes de penteadeira. Mermão, lindo demais. Não sei como sso seria viável numa vida real, numa casa real (imagina num apartamento), mas só como suspiro do dia já é válido.
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O que você quer ser quando crescer?

Um assunto que tem me interessado cada vez mais é a relação das mulheres com o trabalho, sabe? Tudo relacionado a isso me chama atenção. Quero saber sobre a discriminação histórica que a gente sofreu, sobre as lutas pela igualdade, sobre os esforços - mesmo hoje em dia - pra ter o mesmo respeito e ganhar o mesmo que os homens que exercem as mesmas funções.

Me interesso por saber como nossa presença no mercado de trabalho (não só presença, mas a atividade consciente) tem mudado, e ainda vai humanizar muito, o próprio mercado. 

Bom, mas além dessas coisas mais tensas, eu gosto muito de saber como as pessoas decidiram fazer o que fazem da vida. O Plano B, por exemplo, é uma forma de ver inspiração nas escolhas de trabalho da galera por aí. Daí, ontem, vi na Revista da Cultura (pego sempre, adoro) uma reportagem de Clariana Zanutto sobre o que várias pessoas conhecidas em diversas áreas queriam ser quando crescessem. 

Quando a gente é criança, romantiza um bocado o trabalho e muitas vezes isso se perde totalmente com o tempo, mas é legal demais ver como essa fantasia passa a fazer parte da realidade em muitas histórias. Então separei, entre muitas legais, a história de três moças especialmente legais.


“Desde criança, não pensava em fazer algo diferente do que faço hoje, sempre quis trabalhar com roupas. Na minha casa, sempre tinha uma costureira e eu amava fazer as minhas próprias roupas e as da minha irmã. Eu bordava, cortava e depois usava apertando com cintos e faixas. Sempre foi o que quis ser quando crescesse.”


“Um irmão meu queria ser pipoqueiro, o outro, boiadeiro. Mas eu nunca soube. E acho que tive sorte em não saber o que queria ser. Me botaram para ser professora de línguas e foi ótimo; me botaram para ser bancária e foi ótimo; bibliotecária foi ótimo; secretária foi ótimo; tradutor e intérprete foi ótimo; artista está sendo ótimo. A única vez que fiz uma escolha, escolhi errado: fazer medicina. Puta que pariu, que erro! As pessoas não devem escolher, têm de ser escolhidas. Depois, percebi que a gente não tem que fazer o que gosta, mas tem de gostar do que faz. Nem sempre você pode ser o que quer. E tem tantas coisas de que pode gostar.”


“Quando eu era pequenininha, adorava assistir ao Chacrinha e queria ser uma chacrete. Achava aquilo o máximo. Minha tia fez uma roupa de chacrete pra mim, toda prateada, cheia de brilho, tinha até uma bota, e eu dançava e achava muito divertido. Quando cresci um pouco, antes da adolescência, pensei em ser arquiteta, já que ficava brincando de boneca e fazendo as suas casas. Eu pegava o jornal de domingo e ficava vendo as plantas dos apartamentos, imaginando a casa, os espaços. Gostava de desenhar muitas plantas de casas. Mais pra frente, fui achando algo mais perto da minha profissão. No final da adolescência, pensei em ser atriz. No meio disso tudo, ainda fiz um curso de Geografia, mas, no final, me achei mesmo como diretora.”

Me lembrei que, quando era criança, quis ser arqueóloga, cabeleireira e jornalista. Acabei publicitária porque achei que dava pra ser um pouquinho de várias coisas que gostava num trabalho só. Não deixa de ser. Penso que, ainda que vá fazer outra coisa na vida qualquer dia, fico feliz pela graduação que eu escolhi e o que vivi por isso. :)

E vocês, o que queriam ser quando crescessem?

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{decô} Mais uma revista massa

Logo que saiu a Revista Minha Casa, fiquei louca, comprei e fiz post. Era muito inacreditável que ela fosse a primeira grande revista barata de decoração barata que chegava por essas bandas. O legal é que, quando surge uma coisa sucesso assim, todo mundo abre o olho e começa a criar mais nesse formato. Daí, continuo comprando a Minha Casa, mas descobri mês passado a Decorar Mais por Menos.
Pelo que vi dessa edição de fevereiro, a Decorar é mais de achados, enquanto a Minha Casa tá mais pra ideias e histórias. As duas me parecem cumprir muito bem sua vibe, mas como novidade sempre tem mais vez, tô bem animada com a Decorar.

Dessas coisas que aparecem na imagem, quase tudo eu queria em casa e não tem nada fora da realidade. São coisas que eu posso desejar e ter, sem cultivar aquela frustração de consumo, que é um saco. ;)

Saquei a capa de março na página da revista e pareceu legal também. Custa R$4,90 e achei que valeu a pena.
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{brindje} Batom na revista

Essa revista Lunna gosta de dar um agrado às leitoras, né? Uma vez, comprei uma com um gloss Vult e, ontem (feriado querido), na Livraria Cultura, tinha a desse mês, com um batom Archy grátis. Lá, encontrei três opções de cor: um vermelho, um vinho e um tom de rosa mais fechado. Escolhi o último e trouxe. Como a revista custa R$4,90, bem vale comprar pelo batom e por aquela leiturinha pra distrair no bus (mentira, se eu leio no ônibus, fico enjoadérrima).
A cor é cremosa e pareceu bem bonita, principalmente porque não tenho nenhum parecido.

Esse copo bonitão e colorido que aparece atrás é o outro brinde do diaLink (acordei pra isso ontem, né?). Almocei no Spoleto, comprei uma Coca Zero e ganhei o direito de escolher um dos copos da coleção Arte & Música. O meu foi Rock, criado pelo ilustrador Combone. Fica a dica. Ficam as dicas, na verdade. ;)
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Revista Lunna com gloss

Já tinha visto a revista Lunna em algum lugar, mas nunca tinha aberto e lido, mas sábado, numa banca do Plaza, vi que a desse mês vinha com um brinde:

Comprei mais pra mostrar a vocês, mas também pra conhecer a revista - adoro esse tamanho que cabe na bolsa. O brinde é um gloss Vult, daquele de pendurar no celular, são duas cores disponíveis: uma champanhe e outra rosa. Não tirei do plástico porque não é bem útil pra mim, acho que vou dar a uma prima teenager. =)

E como essa é a casa onde os gatos é que mandam nas revistas...

Haja dengo.
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Kelly Osbourne conta como emagreceu

Na revista Shape de dezembro, Kelly Osbourne aparece contando a série de exercícios que a ajudou a perder 23kg. Diz que desde o ano passado ela tem se exercitado três vezes por semana, segundo Kelly sua vibe é malhar pra viver, um dia de cada vez (a cada dia que passa o lema do AA é usado pra mais coisas, quando tô de dieta, por exemplo, não páro de repetí-lo).

Na matéria, a personal trainner da moça conta os segredos do treino pra queimar calorias loucamente e fortalecer os músculos, com fotos de Kelly fazendo os exercícios:

Tem muita gente dizendo que preferia Kelly antes, que ela se vendeu ao sistema da magreza, muita gente dizendo que antes ela era um lixo e agora tá decente. Enfim, nem uma nem outra opinião tá sendo muito justa em em deixar a mocinha decidir como se sente melhor. Pra ser sincera, além de ser filha do Ozzi, não sei direito o que Kelly faz, na verdade sei que ela regravou Papa Don't Preach.

Na real, ela parece muito bem nessas fotos. Nas últimas que eu vi dela, parecia meio fantasiada de "it girl londrina", mas aqui, despida do Versace e do topetão (e da roupa de tchutchuca da capa), ela parece bem feliz e satisfeita com a nova forma.

Muitas pessoas vivem na moral estando acima do peso e têm uma boa relação com o corpo, outras não têm, preferem emagrecer. Mesmo nunca tendo sido obesa, já estive acima do peso e sei como emagrecer me fez bem (e conheço muita gente que tem horror à idéia de ficar magra, normal. Desde que a gente considere que tanto anorexia como obesidade são problemas sérios, sobram milhares de possibilidade de peso saudável entre eles), acho sacanagem alguém achar que ela é obrigada a levantar bandeiras e ser gorda pra não se "entregar ao sistema".
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Revista Lola com Anticelulite Racco grátis

Impressionante, minha gente: a Revista Lola desse mês, com Carla Bruni na capa, tá vindo com um Sérum Corporal Anticelulite com Dmae da Racco g-r-á-t-i-s (de 200ml, nada de miniatura). Quem deu a dica foi Karol hoje cedo, ela contou que quem comprasse a revista na Saraiva do Shopping Recife, levava o brinde pra casa.

Aproveitei que minha mãe tava praqueles lado e pedi pra trazer. A revista custa R$10 e o sérumj custaria R$79 em média, se você fosse pagar por ele, o mocinho do caixa falou que tá vendendo como água (lórrico, imagina). Fiquei muito impressionada com o investimento tanto da Racco como da Abril.

O frasco não vem com a revista, você pega a dita cuja na prateleira e pede o sérum no caixa, mas não sei se ele tá disponível em outras cidades ou mesmo em outras lojas. Aqui em Recife pode ser que tenha, além da Saraiva, na Cultura (se alguém for sacar, conta nos comentários).

Só pra completar, já li muito elogio rasgado a esse produto internê afora. Tô ansiosa pra usar.
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Surpreendente

Duas coisas pras quais eu não costumo pagar pau: capas de revistas e Lara Stone. Mas quando as duas vêm acompanhadas de um bocado de criatividade e um trabalho mais elaborado de design, descobri hoje, vendo a capa da Elle Holanda de dezembro, que o resultado pode ser de babar:

Muito além das capas comuns.
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Promoção bem boa de assinaturas de revistas

Acho que essa informação é bem útil, porque imagino que muitas de vocês são meio piradas por revistas (porque eu sou um bocado), só que esse hábito não costuma sair muito barato pra quem lê várias. Assinar pode ser uma boa, mas nem sempre as editoras oferecem promoções vantajosas pra revistas femininas (tem vezes em que não tem nenhum desconto, é preço de banca).
Então achei legal essa promoção de assinatura de revistas femininas da Abril no Coquelux. Tem opção entre um ou dois anos de Nova, Estilo, Elle e Cláudia e os descontos tão muito bons. Um ano de Estilo, por exemplo, tá de R$132 por R$86; dois anos de Nova, que normalmente custam R$240, tão por R$156. Legal mesmo.

Ah, quem fizer qualquer uma das assinatura ganha essa bolsa, que não parece ser a coisa mais linda do mundo, mas já agrega um valor à promoção, né?

Como o Coquelux é um clube de compras fechado, só pode comprar lá quem faz parte, pra fazer parte você tem que ser convidado por alguém que já esteja dentro. Se alguém que não faz parte do clube quiser sacar essa oferta ou qualquer outra, manda um email pra ricota.nao.derrete@gmail.com que eu envio um convite.

Update: meninas, quem não tem cadastro, basta ir nessa página de cadastro e escrever o email do Ricota (ricota.nao.derrete@gmail.com) no campo "informe abaixo o e-mail do amigo que te convidou"

Também tá rolando promoção Bourjois (o Visa já tá se escondendo na bolsa). =)

PS: É tão raro eu ter alguma promoção/liquidação boa de lojas nacionais pra postar que até estranho quando tenho.
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Botando a mão na moda

Não é por nada não, mas nos últimos meses, estudantes e profissionais de todas as áreas relacionadas à moda têm tido um bom espaço pra debater sobre questões do mercado e o dia a dia profissional. O Botando a Mão na Moda, criado por Micheline Macêdo, todo mês promove um encontro onde os interessados pode, além de trocar idéias, assistir à palestra de algum profissional da moda.

O encontro de setembro tá ainda melhor: tem um grupo de profissionais pra palestrar. A equipe da revista Leia Moda - Flaviano Quaresma, Carol Prestrello, Kira Aderne e Juliane Planzo - vai contar um pouco da sua experiência produzindo conteúdo de moda no mercado editorial.

Além de Micheline, Camila Coutelo, Danielle Soares e Patrícia Taguchi colaboram pra o Botando a Mão na Moda. A novidade é que, a partir de agora, eu também vou ser uma das colaboradoras. =)

O BMM de setembro vai acontecer dia 14, às 19 horas, no auditório da Saraiva Megastore, no Shopping Recife. A participação é grátis, mas o número de inscrições é limitado. Pra se inscrever, veja as informações aqui.

Plus: só pra deixar vocês mais a fim, os participantes do Botando a Mão na Moda têm 10% de desconto nos livros de moda da Saraiva.

PS: se você trabalha com moda em Pernambuco, é um novo estilista, fotógrafo, stylist, etc. e quer mostrar seu trabalho, manda email pra ricota.nao.derrete@gmail.com
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Revista Minha Casa

Tá bom que aqui não é o Cafofo Fino pra falar de decoração, mas justamente por isso, eu preciso de lições pra dar um jeito no meu quarto (e na casa toda, mas vamos por partes). O problema é que todas as revistas do mercado eram um pouco surreais nas dicas. Lógico que muita coisa servia como inspiração, mas, mesmo assim, não tinha muita cara de realidade.

Aí veio o lançamento da revista Minha Casa, com a primeira edição por R$2,90 (!), uma revista de decoração barata pareceu mentira pra mim, e, pelo visto, pra todo mundo, já que ela esgotou em todo lugar e eu só consegui comprar no segundo mês (já com preço normal: R$4,90, ainda assim barata). Já digo pra vocês que me apaixonei pela revista. As dicas são ótimas: acessíveis mas legais, sabe? Não pensem que, por serem baratas, as sugestões caem na breguice, tão longe disso.

Achei muito legal que a Minha Casa procura mostrar casas reais, de pessoas de verdade, que compraram seus móveis em lovas populares, garimparam peças em brechós, nas casas dos pais, na internê e, com um senso estético matador - criaram ambientes incríveis.

Tô naquele clima de ansiedade pro próximo número. Já tem um monte de idéias que quero copiar dessa e tô afim de mais. Vocês já viram a revista? Gostaram também?

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Mais legais que os originais =)

A Elle Espanha de Abril trouxe um "editorial" que, se eu não chamar de presente, não sei que nome dar. O ilustrador Ulrich Schröder fez uma versão muuuito mais legal dos designers bam-bam-bans do mundo da moda, saca só:
Tem muitos personagens da Disney em cada imagem e a cada vez que o Buzz e o Woody aparecem, eu dou chiliquinhos de amor (só não me acostumo a chamar personagens da Pixar de personagens Disney).

E digo logo que a maioria ficou bem mais simpática que os reais (Donatela bem queria ser bonitinha como a Margarida, hihi), além disso foi genial colocar Karl Lagerfeld como o Lobo Mau, nenhum personagem bonzinho merecia encarnar alguém tão idiota.

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Caro é apelido

Claro que eu acho que vale mais comprar um produto mais caro e com a qualidade melhor do que um baratinho que não vai durar, mas com ressalvas:

1: nem tudo o que você compra precisa durar, tem coisa que vai encher logo seu saco e você sabe disso, então nem rola investir;

2: só vale a pena comprar mais caro se o negócio realmente é melhor. Muitas vezes só a etiqueta é mais hypada e o preço já salta bizarramente.

Ó o exemplo: há um tempinho eu mostrei aqui umas pulseiras que comprei (na amada e adorada Bijoussete, aliás. Tenho até medo que vocês achem que eu tô ganhando um jabá da loja, porque seria bem ruim ganhar a fama sem deitar na cama) e, meo, na Gloss de março veio uma idêntica à que comprei por R$4:

Só que custando mais que sete vezes o preço que eu paguei. É uma pulseira de plástico, as plaquinhas são ligadas com fio de silicone e ela descasca e e arrebenta depois de não muito tempo, coisa que você até perdoa (não satisfeita, mas conformada) por R$4, mas por R$29 não dá pra uma pulseira ser descartável, não dá mesmo.
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Em 30 estilos

Meninas, a Vogue UK de Março vem com a namorada de Alex Turner Alexa Chug na capa (com esses tamancos pavorosos que a Chanel quer empurrar goela abaixo das pessoas). O legal é que além de estampar a revista, ela tá no blog da Vogue mostrando o que veste a cada dia, durante trinta dias.

Bem legal porque ela tem um estilo bem simples, dentro da realidade (sempre acho que até nos blogs de moda de rua as coisas são "passareladas" demais, imagino que ninguém anda na moral com tanto objeto em cima do corpo). As fotos não são lá muito boas - talvez sejam de celular - mas é legal de ver mesmo assim.
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Short com mojo

Eu adoro short. Adoro a idéia de que, com o tempo, deixou de ser roupa de ficar em casa, todo mundo sai, vai pra rua, pra festas, muita gente pode usar no trabalho (sortudas!) e tudo mais. O chato é que às vezes a gente, muito por culpa da maioria das lojonas, acaba ficando muito presa ao jeans e deixa de experimentar outros formatos, outros materiais, outras texturas.

Por isso eu adorei cada foto desse editorial com Shalom Harlow pra Harper's Bazaar de Março:

Camisa masculina é minha atual paixão roupística e essa foto me fez pensar se eu compraria algum short de couro sintético se encontrasse dando sopa por aí. E acho que no inverno eu compraria sim, viu?

Mais camisa folgada.
Acho ótimo quando misturam peças mais pesadas com outras de mocinha, tipos dá pra usar short de látex sem parecer fantasiada de rockstah (não que eu ache ruim). Nesse caso foi o short, mas vale pra qualquer peça mais pesada, por exemplo, sempre achei matador quem usa vestidinho florido com coturno.

Fotos: Glen Luchford

Genial essa foto, por dois motivos:

1: trench-coat, blazer e jaqueta usados como blusa, sem outra blusa por baixo, são o que há de mais bonito, zegzy e mais-mais no mundo inteiro dos guarda-roupas.

2: foi-se o tempo em que pijama era roupa de dormir. Calça de pijama, camisola, short de baby-doll (como na foto), e tantas outras coisas que antes a gente só usava pra abraçar o ursinho Teddy e cair no sono são opções muito legai, e muitas vezes baratas, pra usar uma coisa diferente do de sempre e, de quebra, confortável.

3

Será o morango?

A capa da revista Criativa desse mês é a irmão má da Luciana, Isabel Adriana Birolli, e em algum lugar eu vi essas fotos do conteúdo da revista, em que ela aparece com um batonzão vermelho (na capa o batom é nude) que eu imagino ser bem aberto, tanto é que na foto ficou parece até meio rosado (a menos que ela esteja com um batom em cada lábio).

Daí eu acho que o batom Pop Love Morango, da Avon, faz esse efeito, né? Porque eu não tenho esse batom, comprei essa semana e tô esperando chegar. Tô colocando a maior expectativa nele, olha a foto de Paola Oliveira usando:
Parece ser um vermelho bem aberto, mas que puxa mais pro rosa que pro laranja. Acho que é tipo o de Adriana mesmo. Alguma moça aqui tem? A foto da Paola tá fiel? (quanta especulação por um batom de R$4, haha).
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